quarta-feira, março 14, 2007

Discutível


Todos os gostos são discutíveis.

Ou como diria um amigo meu até a “discutíbilidade” é discutível...

Assim longe de mim as unanimidades (possivelmente burras, porque não???) e as pretensões de qualquer tipo definível.
Mas se há espaço para o auto-engano de estar por enriquecer qualquer um desavisado que se valha de alguma opinião, gosto, crítica, intromissão, elucubração ou puro humor (dos bons e dos ruins) hoje vou deixando uma música que tropecei durante à tarde, e me carregou pela noite. (Sim, logo eu a detestar “versões”... Mas “ódio” e “amor” são ainda mais discutíveis...)


 


quinta-feira, março 01, 2007

No meio da Cozinha



Já que ninguém se dá ao trabalho nem mesmo de ler esse blog, acho que posso me dar certas liberdades... Tipo quando se está sozinha em casa e se passeia pela cozinha só de calcinha e camiseta (salve, salve a calcinha e a camiseta!), ou então quando se passa horas contemplando o mosquito na parede da sala enquanto o mundo cai ao seu redor (produtividade para exibir a quem???)

Então, já que nesse espaço não há nem ‘tapinhas nas costas’, nem tomatada na cara, vou dizer uma coisa, razoavelmente simples:

EU ESTOU DE SACO CHEIO!!!

E que se dane a literatura e a poesia, a fotografia e a filosofia, a política e a diplomacia, o efeito estufa e o desenho do pernalonga! QUE SE DANE!!

Ufa...

Calcinha e camiseta na cozinha...

Ah, e se o vizinho ou mais alguém por ai viu, nem adianta me dar sorrisinho malicioso na rua ... Sorrindo na rua ou é tarado ou é político...

sexta-feira, fevereiro 23, 2007

Aviões de Papel



Nem Fim nem Começo. Assim ele é. Assim este texto sem começo o valha nem fim o arremende, mas diz ele, que essas pretensões são para os limitados... Que seja então...
Conheci outro dia o Afredo. (Dado irrelevante?)

Diria que esquisito demais para que eu simpatizasse sem pretextos, interesses ou afins (Questionamentos sobre os “afins” incabíveis!!!).

Descreve-lo? Seria previsível cair na vala comum das descrições óbvias, mas fugir dos estereótipos nunca foi meu forte (e até tenho os meus, podem acreditar! Da classificação “rasa” e “superficial” até a “complexa” e “profunda”.... Vá se entender uma coisa dessas!). Nada mais do que moreno, alto (Não... “bonito e sensual” vai estragar a imparcialidade!), roupa que faltavam ser passadas, óculos caídos por baixo de um cabelo desgrenhado que merecia um bom corte, entre outros modos que prefiro deixar por conta do “imaginante”...

O vi pela primeira vez, (ou assim lembro a primeira vez que o notei), estava dedicado a intensa fabricação de aviões de papel, jatos, concordes... Dirigidos à mesa de cabeceira, que imagino, fosse seu “Porta Aviões” particular invadindo um país inimigo qualquer...

Ao lado da sua cadeira marrom puída deitava-se sempre preguiçosamente o Fred, seu labrador com cara de desinteresse pelo mundo enquanto dormitava lambendo sonhos caninos saborosos. Por vezes levantava o focinho para ouvir as conversas labirínticas dos amigos dos seus donos, sempre cheia de palavras com mais de três sílabas... (Porque vocês sabem, filosofia que se preze não pode ser explicada com monossilábicos... Eu sei, eu sei...) Talvez esse fosse o motivo de Fred dormir tanto... Causava-lhe imenso tédio... Horas e horas de uma complexidade sem razão. Se alguém lhe perguntasse algo responderia entre um bocejo preguiçoso e outro tudo o que precisavam saber em duas latidas.

Alfredo estava sempre à beira do fim. “Conclusões infinitas”, por mais que isso pareça paradoxal. Todos os dias era o último dia que fumava, e o último cigarro, e talvez por isso tivessem adesivos de nicotina espalhados e colados por todo lugar. Talvez por isso segurasse um cigarro apagado entre os dedos, por que dizia assim enganar a si próprio, e eu no cumulo do meu auto-engano pensando que isso não era possível...

Ontem lembro que ele disse algo imprescindível, como todos os “algo” que ele tem a dizer depois de minutos intermináveis de silêncio e três jatos de A4 depois. Uma frase de Oscar Wilde me confidenciou no final...

“You’re not young enought to know everything”

sexta-feira, fevereiro 09, 2007

Uma Carta Ao Futuro



Preâmbulos eu só leio no final.E se eu gostar do que li no “durante”. Sou uma pessoa meio na contramão... Mas isso não vem ao caso... Achei por bem, “preambularmente” explicar, assim, no começo mesmo, que esta é uma carta endereçada ao futuro. É a idéia de um site interessantíssimo que tive o prazer de esbarrar outro dia... Segue uma dessas garrafas jogadas ao mar.

Here I am, trying to write the deepest thoughts and feelings from my heart, just to amaze you at an ordinary day, and maybe, with some luck, provoke a smile, a deep breath, and a bunch of good memories.

But all I see is this blank page to be field in. And I keep thinking what this me in the present could say to this you in the future that could touch you somehow, or be considerable enough. Isn't that the idea?

All I have are words that seen from here get lost in the distance of time. Now I realize that what fear about you is just the same. Getting you, and everything we built this way along, (didn't we?) lost in time and distance makes me feel sad, and I know that I shouldn't.

I like to think that everything will be different, I just don't like to remember the fact that different isn't necessarily better… Sorry, but like ever (remember?) I'm a bit lost on my own concepts of good and bad.

Maybe I should say that right now I have been married for a month, and all the things that I thought that would be good are better, and the ones that I thought that wouldn't are surprising me as good discovers that I was wrong, that the people can (and they do) try to give their best. Isn't that incredible? I'm deeply happy, and as I always thought happiness makes you float upper your own existence. If you ask me today 'what else' I wouldn't be able to answer. I wouldn't know. Wishes? I'm full of. The best ones. Believe me…That includes you, of course…

But for the future… I imagine if you will be still around…(I would love that…) Or if I will …(I hope I would, and love that to, so please don't hurt me ever…) And if you (at this time) had finally found what you're (and me) looking for. From know, I also try to imagine if you have done big things, or if I had, if had discovered the meaning of life, did something you fear to, got yourself (all parts of it) together, visited a great place, took an astonish picture, held someone very tight, wished the best truly, cried out the regrets, kept some dreams untouched, loved deeply and all the other things we all wish doing at the endings and at the begins.

Maybe it's time and place for confessions and excuses… Maybe it's not… It will never be. Or maybe one year from now there won't be anything else to explain. (Much better this way, right?).

Is today, with this 'futureme' mail, still an ordinary day? I hope not. I hope you call me to say this. If you don't, you can't say that I haven't tried. But anyway I must say 'thank you' for everything you've done, the presence, the silence, the truly happiness that I saw in your face at my weeding, the friendship when nobody else could be and mean this to me. 'Thank you' for all that I hope you will continue to be and mean, and if you don't, know just that you were very important to me as a challenge, as a lesson, as life.


Para ler ao som de Little Joy: http://www.youtube.com/watch?v=cr2VgfsAxFk

quinta-feira, janeiro 25, 2007

Feliz como uma Bola de Sabão


Passou longos segundos contemplando o invisível a formar o visível. Lembrou-se de algo sagrado, talvez Deus, Amor, ou algum conceito difícil assim que um dia tentaram lhe explicar, e não sabe bem se entendeu.

A menina ajeitou-se sobre o banco da praça, pegou sua varinha vermelha de ponta arredondada e mergulhou dentro da solução de água e sabão. Puxou-o de volta e deu um longo suspiro puxando o ar para dentro de seus pulmões. Tudo dependia daquele momento. Preparou seu melhor biquinho de assobio, fechou os olhos e soprou tão suave quanto seus melhores sonhos podem ser... E deste sopro se formou uma enorme bola de sabão que com lentidão se desprendeu da ponta da varinha.

Uma alquimia secreta que resultava em um instante suspenso... A perfeição frágil ia se transmutando em várias cores, talvez seguindo os pensamentos que foram soprados para dentro dela. Cores de arco-íres em dias de sol... Contemplou por segundos intermináveis que planavam tal qual essa euforia estéril e volátil alojada em algum lugar entre a ponta dos cabelos e os dedos dos pés.

Vibrava ao sabor do vento, e a temeridade do fim agitava a alegria sem motivo que sentia, e por vezes se temia que seu mero respirar fosse a pequena agulha a estourar sua felicidade sem razão.

Passou um homem jovem pela calçada com os olhos a catar razões pela calçada. Olhou incrédulo para aquele momento suspenso pelo tempo. Espetou de realidade a bola de sabão que se desfez.

E a garota apenas sorriu.

O homem apenas pôs outro passo no caminho.

quarta-feira, janeiro 17, 2007

Sonhos na Vitrola


Um sono enorme!
E espanto-me com minhas próprias habilidades em executar tarefas mil nesse estado de torpor. Telefones tocam, e teclas cheias de letras. Sopinha... Mesmo assim pude ver um cachorro arrastando a dona pela rua, um casal esperando a vida passar abraçados, e uma chuva invertida a molhar-me só os pés. Um caminho de sonho surrealista... Em ondas que quebram em uma praia de areias brancas, onde repousam algumas dúzias de conchas e lembranças. Meu biquíni azul de lacinhos brancos... Lembrei-me de Miró e seus amores em cores primárias... Até do cheiro dos quadros. E de uns dias sorridentes como comercial de creme dental. Além de um jazz vibrante rolando na minha cabeça como uma vitrola velha, tão antiga quanto as minhas memórias de vinil. Mas não era disso que eu queria falar. Viu só? Sandices de uma mente cambaleante! Sono... Talvez ao acordar vou lembrar do que quis dizer...

terça-feira, janeiro 02, 2007

Próximo Ano Novo!


Meu tio é um gênio (mesmo sem ter consciência disso....). Esse ano na reunião da família resolveu inovar... Preparou um vídeo de montagem de fotos com trilha sonora e tudo! E no final para coroar a novidade tecnológica escreveu em letras garrafais seu desejo mais sincero: Um Feliz Natal e um PRÓXIMO Ano Novo!
Pode até ter errado no português, mas acertou em cheio no desejo dos brasileiros, pois no Brasil de 2007 acho isto é o máximo que se pode esperar. Afinal de contas, após as ‘turbulências’ do setor aéreo é só o que se tem depois de passar horas e horas no aeroporto aguardando sabe-se lá o quê! Brasil!

Desconfio que até o Papai Noel tenha ficado preso no Tráfego Aéreo e tenha tido seu saco de presentes extraviado (quem sabe enviado para as Ilhas Cayman! Ouvi dizer que muitas “malas recheadas” acabam indo parar lá...).

Próximo Ano Novo para todos os mensaleiros e Sangue-Sugas, Próximo Ano Novo para os reeleitos, para as obras superfaturadas, desvio de verbas e violência generalizada! Próximo Ano Novo para todos aqueles que esperam alguma mudança!

Somente um Próximo Ano Novo com as mazelas velhas para apagar as memórias precárias, aplacar antigas (e eleitoreiras) rixas, fazer-se esquecer o que já estava por esquecido, e comprar (com muita troca de favores e negociatas) aqueles que ainda não se calaram.

Pois não a nada como um dia atrás do outro com um carnaval no meio para não resolver as coisas pelas bandas de cá!

quinta-feira, dezembro 21, 2006

Janelas


Em uma tediosa e monocórdica aula anos atrás disse o professor de biologia, sem qualquer expectativa de que as cabecinhas viajantes de seus alunos fossem gravar qualquer daquelas informações, que:

“As borboletas e as mariposas são insetos da ordem Lepidóptera. Na Europa, porém, mariposa é um sinónimo de borboleta, mas no Brasil é a designação comum dos insectos lepidópteros noturnos ou crepusculares, insetos que lá são mais comumente conhecidos como traça”.

Essas palavras adormecidas na memória inócua de estudante relapsa voltaram debatendo-se ao escutar o som oco das batidas insistentes na lâmpada da sala. Passos sonolentos me tiram do quarto em direção ao som obstinado da tentativa daquela mariposa de fundir-se com a luz.

Parei logo abaixo da lâmpada esfregando os olhos tentando espantar as sombras de sono enquanto via as inúmeras voltas que dava, novos mergulhos suicidas, som oco, e voltas e voltas, e mergulhos. Acho que cheguei a sentir dor. Acho que pena. Ou talvez raiva...

Vilã marrom noturna, borboleta sem vontade se ser, sem o volitar suave e etéreo da prima rica... Abri a janela sentindo o frio da noite a me esfaquear, pensando que assim daria a chance de que ela fosse ao encontro a um destino menos doloroso do que um fatigado fim sem começo. Nada. Continuei observando sua vontade obstinada de se fundir à luz com a beleza das tentativas estéreis. Lembrei de você meu bem... E do quanto me faz crer na sua essencialidade, e do quanto assisto seus mergulhos e a beleza da sua tristeza insistente.

E se te abro uma janela?
(Créditos da ilustração: http://biagiosa.deviantart.com/)

terça-feira, dezembro 12, 2006


Assisti um filme uma vez, e a minha memória de jovem gagá certamente não irá me permitir lembrar do título, onde havia uma guerra intergaláctica entre diversos povos do universo, todos em busca da resposta para explicar a vida. Depois de muita batalha e muita gente morta (isso lembra alguma coisa???) eles finalmente chegam até um supercomputador que lhes disse com toda a autoridade que a resposta que eles buscavam era cinco. Bastava agora que encontrassem a pergunta correta, e só assim que eles entenderiam o sentido da vida... Resultado é que nunca se encontrou a pergunta... Sugestões??? (rsss) Não se matem façam o favor!

terça-feira, novembro 28, 2006

Viagem ao Mundo em 8 Segundos


Eu odeio os Egípcios. É fato.

E não dou a mínima para quem estiver se estrebuchado na cadeira achando minha afirmação um absurdo! Quero mais é que a civilização toda vá para... Não bastaram às notas baixas no colégio? Não... Eles têm que vir me assombrar o resto da vida? Meus motivos são simples e justos e tenho certeza que ninguém vai me olhar torto... Tinham que inventar os primórdios da cera quente ao misturar sândalo, argila e mel de abelha? Viu só? Civilização maléfica!

Mas mesmo odiando os Egípcios resolvi encarar todo o medo (provavelmente gerado pelas caras retorcidas das minhas amigas ao falarem do assunto...) e fui.

Assim, peito aberto.

Achando que essa era mais uma das lendas urbanas femininas do tipo “pentear o cabelo de cabeça para baixo cresce mais” ou “tamanho não é documento”, e “compre a calça jeans um número menor que depois cede”...

A placa era bastante elucidativa. “TEMOS DEPILAÇÃO COM CERA QUENTE”. Na foto umas pernas lindíssimas, torneadas e lisinhas, lisinhas. Pronto, quem não quer essa maravilha da evolução humana? Tá, tudo bem que não eram exatamente as pernas que eu queria depilar, mas não pode ser tão ruim, né?

Na sala de espera várias revistas sorridentes do mês passado discutindo as relações alheias, babando pela solteirice de Gianecchini (!), e um som ambiente agradabilíssimo. Tudo de propósito para desviar as atenções dos grunidos que vinham de dentro da famigerada sala...

As mulheres ao meu lado na sala de espera todas muito seguras de si, folheando sonoramente as pilhas de revistas, já as que saiam da portinha branquinha e inocente (uma inclusive com as pernas meio abertas e cara de dor...) me faziam começar a desconfiar que quebrar minha “virgindade de cera quente” havia sido uma má idéia.

Só faltava mais uma pessoa na minha frente e depois já era a minha vez. Hoje, e principalmente naquele dia, quis ser uma pessoa mais prática, decidida... Quis conseguir simplesmente pensar: “Vou embora” e levantar ao invés de viajar em elucubrações e terminar o pensamento lá no Taiti, que era exatamente onde estava minha cabeça quando a atendente disse: “Senhora? Sua vez...” Tremi. Vou negar não! Mas só na hora que a mulher de 1,80 e cara de “Helga – A enfermeira Húngara” apareceu toda vestida de branco estalando dos dedos das mãos dizendo: “Vem!”.

Fechou a porta de chave atrás de mim e riu. Isso é mau sinal. Qualquer pessoa mais prudente teria dado as costas e ido embora nesse momento. Mas não, veja só... Alguém ai aposta no que eu estava pensando??? No filme do Schwarzenegger. Nisso “Helga” me manda tirar a roupa... Assim, sem preliminares, sem beijinho no pescoço nem nada! (brincadeirinha gente!). E eu que devia ter fumado um maço de coentros obedeci! Ai pronto! A desgraça estava feita...

“Cantinho e axilas é ‘bem’ ?!”

Lá estava eu deitada na maca pensando que as Gregas em 2000 a.C arrancavam, os pêlos com as próprias mãos ou optavam por queimá-los com cinzas quentes sobre a pele, mas como a dor era muita (precisava nem dizer!), enchiam a cara antes para servir de anestesia. Cadê meu Whisky, pô?

“Vamos começar por onde?” Perguntei simpática, (mas com a voz tremida, como não???) e “Helga” meigamente disse: “Por onde dói mais ‘bem’, porque depois que eu der a primeira ‘puxada’ daí você não corre mais, porque pior não fica!”. Ninguém pode negar que a mulher tem muita psicologia, não é?

Não obstante, ela manda que eu levante a perna o mais alto que puder... Ou seja... Não vou nem descrever que os pontos visualizados por ‘Helga’, provavelmente, nem meu doce e amado (hoje eu digo! ) ginecologista jamais viu! Ô situação esdrúxula!

‘Helga’ vem em minha direção com o papelzinho na mão e grudou a cera com firmeza, enquanto eu tento fechar os olhos (De olhos fechados dói menos?).
Bem que eu podia ter batido o carro antes de chegar aqui, ou aparecido um imprevisto inadiável, lindo e maravilhoso... Bem o que o Rick Martin podia aparecer na porta e ‘Helga’ iria correr para os seus braços... Ou a musiquinha do Plantão do Jornal da Globo tocar e quando ela virasse perguntando “ Ai meu Deus! quem morreu?”Eu saltaria da maca em um Duplo Twist Carpado e fugiria dali. Ou bem que... E foi nessa hora que vi as Muralhas da China, e que passei pela Ilhas Fiji, a Torre Eiffel, os canais de Veneza, e que vi os corais submersos dos mares do Pacífico, além de ver as malditas Pirâmides do Egito (que no final são até simpáticas!).

E voltei ao meu corpo dolorido e arrependido, enquanto ‘Helga’ satisfeita exibia o papelzinho arrancado, juntamente com meus pêlos, minha dignidade e um restinho do juízo que me sobrava, e tal qual o Sansão da Dalila, provavelmente iria se esvair até o final daquela minha apresentação as ‘maravilhas’ da cera quente.

Pois é, eu odeio os Egípcios...